As chuvas que caíram, na manhã de hoje, sobre Feira de Santana serviram para mostrar que o bairro da Kalilândia não possui a infra-estrutura necessária para suportar os temporais. O sistema de drenagem de águas pluviais é insuficiente para conter o volume das águas dos dias chuvosos. Os investidores e moradores da Kalilândia pagam um valor alto pelo Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU. Ainda assim, a administração do prefeito José Ronaldo de Carvalho não vê como prioridade executar mais obras de infra-estrutura no bairro, que é o mais central da cidade e possui instaladas empresas dos mais diversos segmentos, além de condomínios verticais de luxo.
Não existe prioridade. Recentemente, ao conceder entrevista para a Rádio Sociedade de Feira, o secretário municipal de Planejamento, Carlos Brito, comentou que não tem perspectivas de obras para o bairro e que a instalação do sistema de esgoto já tinha sido realizada, em parceria com a Empresa Baiana de Saneamento e Águas – Embasa. Realizar obras de calçamento e asfaltamento pela cidade, sem que exista infra-estrutura de esgotamento pluvial, é permitir que o dinheiro público escorra pelo ralo da incompetência. Mais do que nunca, fica claro que a marca do Governo Princesa do Sertão são as obras “maquiadas” e sem planejamento. E as chuvas de hoje provaram isso.
No entendimento de Ana Paula Pereira, diretora da Central Imobiliária, a Kalilândia possui o metro quadrado mais valorizado da cidade. Entre as vantagens Ana Paula aponta que é central e tranqüilo ao mesmo tempo. “É um bairro prestador de serviços, que atrai cada vez mais novos negócios, tais como restaurantes, clínicas e agências de publicidade”.Ana Paula Pereira ressalta que algumas empresas fizeram altos investimentos porque acreditam no potencial do bairro. Ainda segundo a consultora, a falta de infra-estrutura da Kalilândia é inaceitável. “Não podemos entender como a situação não sensibiliza a administração municipal”, protesta Ana Paula e ressalta que a Kalilândia nos últimos cinco anos foi que o bairro teve o seu maior crescimento.
O publicitário Moacir Mansur de Carvalho, diretor da agência Cidade, conta que foi o posicionamento geográfico do bairro, estando próximo do centro sem estar dentro do centro, que influiu na sua opção de instalar sua empresa ali. Reconhece que a infra-estrutura ainda é precária.¨Veja que as chuvas de hoje deixaram as ruas totalmente alagadas”.
Já Éria Araújo, do restaurante Spacca Napoli, conta que não esperava que “enfrentaria problemas com o alagamento das ruas nos dias de chuva. “Não podemos aceitar esta situação”. Quem também optou por mudança foi a fisioterapeuta Rosangela Souza, da clínica Reab. “Mudamos para cá e agora temos um novo problema. As chuvas alagam as ruas e impedem o acesso dos nossos clientes”, explica e faz sua crítica. Segundo Tanira Nobre, gerente da empresa Jus Podvim, o público precisa de espaço pra estacionar e as chuvas mostraram que este problema vai afastá-los. Opine sobre as chuvas da manhã de hoje. Faça seu comentário ou envie seu protesto para wilsonmário@oi.com.br.
.
Não existe prioridade. Recentemente, ao conceder entrevista para a Rádio Sociedade de Feira, o secretário municipal de Planejamento, Carlos Brito, comentou que não tem perspectivas de obras para o bairro e que a instalação do sistema de esgoto já tinha sido realizada, em parceria com a Empresa Baiana de Saneamento e Águas – Embasa. Realizar obras de calçamento e asfaltamento pela cidade, sem que exista infra-estrutura de esgotamento pluvial, é permitir que o dinheiro público escorra pelo ralo da incompetência. Mais do que nunca, fica claro que a marca do Governo Princesa do Sertão são as obras “maquiadas” e sem planejamento. E as chuvas de hoje provaram isso.
No entendimento de Ana Paula Pereira, diretora da Central Imobiliária, a Kalilândia possui o metro quadrado mais valorizado da cidade. Entre as vantagens Ana Paula aponta que é central e tranqüilo ao mesmo tempo. “É um bairro prestador de serviços, que atrai cada vez mais novos negócios, tais como restaurantes, clínicas e agências de publicidade”.Ana Paula Pereira ressalta que algumas empresas fizeram altos investimentos porque acreditam no potencial do bairro. Ainda segundo a consultora, a falta de infra-estrutura da Kalilândia é inaceitável. “Não podemos entender como a situação não sensibiliza a administração municipal”, protesta Ana Paula e ressalta que a Kalilândia nos últimos cinco anos foi que o bairro teve o seu maior crescimento.
O publicitário Moacir Mansur de Carvalho, diretor da agência Cidade, conta que foi o posicionamento geográfico do bairro, estando próximo do centro sem estar dentro do centro, que influiu na sua opção de instalar sua empresa ali. Reconhece que a infra-estrutura ainda é precária.¨Veja que as chuvas de hoje deixaram as ruas totalmente alagadas”.
Já Éria Araújo, do restaurante Spacca Napoli, conta que não esperava que “enfrentaria problemas com o alagamento das ruas nos dias de chuva. “Não podemos aceitar esta situação”. Quem também optou por mudança foi a fisioterapeuta Rosangela Souza, da clínica Reab. “Mudamos para cá e agora temos um novo problema. As chuvas alagam as ruas e impedem o acesso dos nossos clientes”, explica e faz sua crítica. Segundo Tanira Nobre, gerente da empresa Jus Podvim, o público precisa de espaço pra estacionar e as chuvas mostraram que este problema vai afastá-los. Opine sobre as chuvas da manhã de hoje. Faça seu comentário ou envie seu protesto para wilsonmário@oi.com.br.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário